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Sérgio Lopes
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sábado, 23 de janeiro de 2016

MORRA A TEOLOGIA CRISTÃ!!




Theos, grego: Deus supremo; Logos, grego: estudo, palavra, teoria)
Português: TEOLOGIA: Estudo de Deus.

O “estudo de Deus” (o de Israel, e consequentemente o Deus cristão) é uma das mais flagrantes presunções intelectuais dos seminários cristãos, e tem seu fundamento na hipótese de considerar decifráveis, publicáveis e lecionáveis, assim como na matemática e no estudo do funcionamento do complexo organismo humano, os movimentos do caráter, dos atos, da vontade e do pensamento de Deus. A teologia, como gênero, se subdivide em tantas quantas sejam as religiões e suas divindades. Assim, existe a teologia budista, a teologia grega, a hindu, e outras tantas que estudam as criações mitológicas, folclóricas, de todas as divindades como fruto da imaginação ou da ansiedade antiga de povos milenares. Quando penso em teologia, penso na mesma superioridade que o homem imagina ter sobre os batráquios, insetos, vegetais e assim,  com seus instrumentos de corte e suas potentes lentes de aumento e outras tecnologias, dissecam-nos para em seguida relatar num compêndio científico todas as particularidades de funcionamento daquele ser como objeto de estudo.  Consigo imaginar a teologia aplicada a todos os deuses produzidos pela imaginação humana, mas não consigo vê-la aplicável, com natural sanidade, ao Único Deus que se manifestou verdadeiro, com uma consistente demonstração de sua existência, como é o caso do Deus de Israel. Seria Ele suscetível a essa possibilidade? Um Deus "dissecável"? Quando penso no Deus de Israel, seus feitos, seu poder e suas interações reais e históricas com a humanidade, sua obra prima, consigo entender como nobre e necessária a teosofia, como o estudo sistemático de Sua doutrina e mandamentos, porém jamais a teologia. Quando penso em teologia cristã, imagino o Deus de Israel sendo considerado objeto de estudo da "arrojada inteligência humana", esta que por mais impressionante que possa ser, dado sua criatividade incansável e sua capacidade de produzir o que sequer fora imaginável em séculos  antecedentes, desde as mais complexas aplicações da física nuclear quanto a mais intrigante obra de arte, é reputada pelo próprio Deus como sendo  uma pífia busca humana pelos seus limites e seu alcance, porém se revela em sua real insignificância, por exemplo, diante da impossibilidade de explicar e gerar um simples remédio para a cura do câncer ou da AIDS, essa doença maldita que o próprio Deus, por meio das manifestações da natureza, com inalcançável sapiência e engenhosidade permitiu auto-punir-se o sodomismo decorrente das mutações de costumes modernas, que rejeitam a natureza perfeita das criações divinas, e acolhem a perversão completa do que foi criado no plano original. “Deus não se deixa escarnecer, porque tudo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).

Mais patética ainda é ver a relutância dos homens pretensos eruditos em tentar definir as divergências entre a “teologia cristã clássica”, ou ortodoxa, e a “teologia cristã liberal”, numa soberba intenção de decidir, em seus compêndios, qual seria a apropriada como candidata mais indicada a traduzir o pensamento de Deus: a mais conservadora, com seus conceitos bíblicos predefinidos de certo e errado, ou a mais contextualizada, com suas conceituações indefinidas, que relativiza tudo: nada é certo, nada é errado, tudo é relativo. Os cérebros férteis desses “teólogos” (deviam envergonhar-se de sua pequenez para atribuir tais classificações) deveriam servir-se de seu profundo conhecimento bíblico, e recolher-se ao muito mais honroso e digno status de meros bibliólogos, téosofos, conhecedores históricos e espirituais de Deus, pois há um caminho que permite a esses dois conhecimentos convergirem num harmonioso propósito: consegue-se ganhar almas para o Reino sendo simultaneamente conhecedor histórico da bíblia e da teosofia e sendo um ser espiritual submisso ao Criador. Seria mais reverente e mais humilde. Mas não se pode convergir num mesmo caminho o homem que se pretende um ganhador de almas para o Reino, sendo conhecedor da história de Deus, mas um "teólogo" dissecador desse mesmo Deus como um objeto de estudo. Caminho perigoso. Facilmente propenso a produzir Mestres do ceticismo.  Querem "dissecar" Deus? Desistam! Impossível enquanto criaturas dEle! Sujeitem-se a aprender o que seja “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Será um bom começo, senhores “teólogos”! (Tsc!)

Toda essa frenesi pela pretensa “teologia”  (cristã), e há quem se sacrifique pelo “doutorado em teologia” ocorre depois que, iludido com a própria inteligência e conhecimento, o homo sapiens, depredador da natureza em todos os seus aspectos, tanto a mundana quanto a divina, resolve “estudar” Deus para poder viver de ensinar quem Ele é. 

Muitos incapazes de introduzir-se no estudo acadêmico de outras ciências mais concorridas, que lhe exigirão mais aplicação e preparo intelectual, encaminham-se sem qualquer vocação espiritual para os “seminários teológicos” em que Deus deverá ser "dissecado" e redefinido por professores muitas vezes ateus ou agnósticos, tornados estéreis pelo vírus da profunda intelectualidade e do saber que, pretendendo-se teológico, tornou-se arrogantemente profano e estéril. Os intuitos, tanto de alguns dicentes quanto alguns docentes podem ser os mais pérfidos e sombrios. Muitos mestres são homens frios e sem fé, desligados de Deus e pretendendo contraditoriamente lecionar sobre Seus interesses. Muitos alunos vislumbram uma possibilidade de aprender a dominar o vernáculo para enriquecerem às custas de uma "profissão" que lhes permita arrecadar fundos financeiros livres da vigilância fiscal. Nada mais. Os poucos vocacionados (sim! eles existem!) sofrem por estar no meio desse voraz fogo inimigo! Os maus mestres e maus alunos são observados pelo próprio Deus com a mesma frieza com que o dissecam,  homens destinados a uma sepultura sem honra e sem sentido, pois decidiram por si mesmos afastar-se e também afastar da fé aqueles que buscavam apenas a penitência de um credo honesto, que culminasse na condução dos perdidos à salvação que para esses “teólogos” é uma grande piada histórica sem sentido.

Há professores que no primeiro dia de aula num seminário bradam com orgulho a frase: “Meu objetivo é fazer vocês desistirem de Deus!”. Relato de um amigo seminarista (graças a Deus hoje um humilde e dedicado pastor de ovelhas). Este professor citado que costuma repetir esta mesma frase a cada nova turma é “doutor em teologia”! E se considera um intelectual! Um erudito!

Os reformadores (os de boa fé) estremecem em seus túmulos! Calvino e Lutero chorariam de dor se pudessem ver em que os “estudantes de Deus” (teólogos) transformaram suas teses! O apóstolo Paulo enfartaria se pudesse ver o que fizeram com sua exegese, pois sendo doutrinador-mor da igreja nestes dois milênios jamais se pretendeu “teólogo” senão apenas um submisso expositor da vontade de Deus a partir de uma experiência particular que viveu no caminho de Damasco. Com tanta intimidade com Deus, julgou-se servo inútil, miserável! (Romanos 7:24). Se por divina revelação, o apóstolo nos trouxe a sã doutrina que resistiu inclusive aos inúmeros concílios, que mesmo tendo submetido os textos sacros às intervenções romanas, sob a inspeção e revisão de sacerdotes extremamente vigilantes,  a soberana vontade de Deus que nos foi legada nas escrituras “passou” incólume pelo rigor fiscalizatório e doutrinário de todos os cleros romanos, como claramente se percebe ao confrontar as bíblias traduzidas e publicadas incessantemente desde então, mas que contudo mantiveram as majestosas verdades que se lê em Êxodo 20:4 e I Timóteo 2:5, que tratam respectivamente sobre o perigo da idolatria e da unicidade de Cristo como caminho ao Pai.

A despeito de ver o apóstolo Paulo a rejeição dos judeus convertidos contra os gentios convertidos, por não terem estes precisado suportar as imposições mosáicas tradicionais, como a circuncisão, a dieta alimentar judáica e a guarda do sábado, destinadas de fato, pelo texto bíblico, somente aos descendentes de Abraão na promulgação do Sinai, Paulo de Tarso restringiu-se a investir nessa aproximação com fundamento nos ensinos do Mestre, que deixou claro a “desnecessidade” desses mandamentos antigos serem transmitidos para aquele que resolveu submeter-se à salvação pela graça, por meio da fé e da graça divina via sacrifício vicário (conforme tão claramente pregou Lutero). Dessa forma, não precisavam os gentios se submeterem ao sacrifício que inicialmente seria para os judeus. Tendo estes rejeitado o sacrifício vicário, a redenção se estendeu aos demais crentes, sem que contudo Cristo lhes renovasse, nem para os judeus convertidos nem para os gentios convertidos, as obrigações mosáicas da circuncisão, dietas e demais costumes de identificação hebráica, uma vez que abertamente instaurou um novo tempo em que a salvação pela graça dispensava o rigor e o sacrifício da lei! Eis o bom material de estudo! Então estude-se Paulo! Estude-se os motivos de sua irresignação com o rigor do farisaísmo em detrimento da pregação da graça! Estude-se o desenvolvimento histórico do povo de Israel! Estude-se sua influência cultural em cada continente! Estude-se inclusive a aplicação contemporânea e atual das doutrinas de Paulo! Estude-se o por quê da inexistência hoje dos milagres tão frequentemente operados nos tempos primitivos da igreja! Estude-se o alinhamento escatológico do velho e novo testamentos! Tudo isso é digno e relevante! Os nortes que orientam o cristianismo e suas reformas devem valer-se profundamente desses estudos, e para isso devem servir os seminários!  Mas classificar-se uma ciência como o “estudo de Deus” é de tal forma pretensioso que por uma premissa simples logo se denuncia, como a de que nesse caso, a criatura submete seu Criador a um estudo que lhe permita, a criatura, estar em posição de domínio e comando, como ocorre com qualquer outra “logia” empreendida pelo homem-criatura.

Quem é o homem para pretender-se “teólogo”(cristão)?! Então, no exame e pretenso conhecimento dos interesses de Deus, como a teologia explica a fúria do tsunami? Como a teologia explica o massacre do holocausto nazista contra os judeus? Como a teologia explica o poder devastador do pequenino aedes egypt? Como os teólogos explicam tais tragédias que aos povos não cristãos causam aparente certeza sobre a inexistência de Deus? A única resposta para todas essas questões é a de que os desígnios de Deus são, para nós, insondáveis e inexcrutáveis! Então como posso estudá-lo se não posso compreendê-lo? Seriam todos esses desastres citados uma faceta mórbida de um caráter sadomasoquista de Deus? A teologia é, desse modo, um instituto satânico, imoral, inócuo, incapaz e, por consequência, produtora de soberbos mortos espirituais.

Toda inteligência humana, toda pretensa sapiência e nobreza tornem-se cativas à sabedoria e aos desígnios insondáveis de Deus, o Criador! Envergonhem-se os que se dizem teólogos e rasguem com pressa e em praça pública seus títulos que incluam em seu enunciado este insulto: "teólogo"! Todo espírito que transita neste mundo sob fôlego de vida sujeite-se com penitência ao seu Criador! E assim como ao escravo não é admitido que adentre nos domínios íntimos de seu senhor, ao que se considera discípulo de Cristo vede-se a si mesmo o pretender-se estudioso de Deus e de dissecar seus insondáveis desígnios, devendo mudar seu rumo para o singelo e submisso caminho da humildade, do reconhecimento de nossa limitação humana como meras criaturas e apenas entender-se rico pela graça do fôlego da vida, aquela mesma percepção que teve Jó ao ver-se em desgraça e fez sua declaração de que aquilo que Deus dá, pode igualmente tomar segundo seu exclusivo critério na hora que lhe apraz. Limite-se cada estudioso ao conhecimento histórico e exegético, sem contudo pretender-se “teólogo” mas mero “bibliólogo”, no interesse puro de entender e ensinar a sã doutrina que conduz o homem ao conhecimento da VONTADE de Deus, e não ao conhecimento do próprio Deus como se Este passível de estudo fosse.  Ainda que capazes de intentar tal desígnio, ou seja, o estudo de Deus, somos insignificantes demais para pretender tal desiderato.
O estudo de alguns argumentos humanos para pretender engendrar-se nos caminhos da teologia, são dos mais patéticos, como o de querer submeter-se (ainda que discorde o dicente seminarista da presunção da teologia) às determinações legais de uma nação, como a de que o curso de teologia seja requisito de um Ministério da Cultura de uma nação para oficializar expedições de um diploma que lhe permita pastorear igrejas com legitimidade! 

Digo que quando as exigências de Deus e diante de um chamado vacacional inconteste para o apascentamento de seus escolhidos, dependem de que o vocacionado receba o aval da lei produzida pelos incautos e profanos, o diploma é expedido contaminado pela política humana com todas as suas implicações idólatras e desconexas da genuína atividade eclesiástica, e sua legitimidade também torna-se não apenas refém e sujeita ao mero poder humano, como a exposição desse documento em um quadro torna-se um objeto de jactância e consequentemente de idolatria. Reflitamos: diante de uma enfermidade ou de qualquer derrota iminente, quem o aflito irá chamar? O possuidor do diploma endossado pelo MEC ou chamará pelo analfabeto missionário que quando ora o mal se retira?!
Assim, somos néscios quando tentamos submeter a legitimidade das atividades e missões espirituais de Deus ao crivo das atividades materiais humanas, essa que o próprio Cristo nos instruiu a, como seus discípulos, superarmos em nossa própria justiça pessoal (Mateus 5:20). 
Vaidades e virtudes são como água e azeite. Não se pode pretender um caminho espiritual subjugando-o aos reclames da vaidade. Os apóstolos tiveram diploma? Nenhum deles! Após a reforma, Lutero sujeitou-se à perda dos que acaso possuiu, e nenhum outro pôde almejar! Nem certamente o quis!

O grande engodo do discurso alarmista que envolve os interesses de homens políticos nocivos ao evangelho, que iniciaram a pregação mentirosa e fraudulenta de que Deus PRECISA de “soldados” na política para que a igreja não perca suas liberdades, e com essa pregação seguiram enganando os iniciantes na fé, muitos inclusive dizendo-se pastores evangélicos, formados nos seminários de “teologia”, tornou o evangelho da salvação em algo de tal forma sujeito às leis e conformidades legais humanas, que um evangelho que há alguns anos era capaz de conduzir o pecador ao arrependimento hoje consegue reconduzir o arrependido ao pecado, movido pelos maus exemplos, pelas mentiras desses aproveitadores, muitos dos quais a bíblia classifica como devassos, idólatras, adúlteros, efeminados, homossexuais, ladrões, avarentos, bêbados,  maldizentes e roubadores, e esclarece que os tais não herdarão o reino dos céus (I Cor. 6:10).

Muitos desses aproveitadores do povo e inimigos de Deus, pasmem, foram forjados nos seminários de teologia. Homens que um dia experimentaram o prazer e o gozo da salvação, do primeiro amor e da piedade, mas depois de conhecerem os apóstatas que num seminário ocupam a função de “mestres de teologia” e lhes deram sua costumeira injeção de morbidez teológica e de neutralização da fé, tornaram-se frios e mortos como seus mestres!

Quando um homem dispõe-se a estudar algo, esquadrinhando as limitações e ações de seu objeto de estudo, torna-se “expert” naquele objeto. É como o inexplicável domínio que o bom cirurgião possui sobre o que tanto estudou, a ponto de ser assistido pelos seus pares que compartilharão sua habilidade prática. É assim que a teologia se pretende: conhecer Deus de tal forma que possa esquadrinhá-lo e torná-lo manipulável nas mentes frágeis, e por isso aqueles que se embrenham inadvertidamente pelos caminhos da teologia alcançam a frieza de enxergar Deus como mero objeto de estudo, cuidando de transmitir para outros interessados na pretensiosa teologia, a mesma frieza  que tem o cirurgião ao ver, todos os dias, inúmeros óbitos e manter-se insensível.

Que morra a teologia (cristã). Que ela ressurja nos seminários como a simples,  digna e humilde BIBLIOLOGIA. Que morra a teologia “sistemática” e ressurja como mera “bibliologia sistemática”. Que os dissecadores de Deus se arrependam de sua incredulidade, que se reconheçam incapazes de estudar o seu Criador, e revertam à sua insignificância com sinceridade de espírito. Que a fé do seu espírito reverdeça, e que vomitem as exigências do “MEC” (Ministério da Educação e Cultura) que, de tão distante de Deus, e de tão incrédulo, se considera mecanismo administrativo capaz de entender avaliável o estudo individualizado de Deus, pelas frágeis criaturas dEle, para a onerosa expedição de diplomas!
                 Que os seminaristas se revistam de fé sincera, e que façam ressuscitar da morte seus mestres incrédulos! Que tragam vida aos seminários mortos! Que surjam novos Calvinos, novos Luteros, novos pastores vocacionados que coloquem a teologia, enquanto signifique “estudo de Deus” no lugar onde sempre mereceu estar: na lixeira dos seminários e das consciências submissas ao poder do insondável Altíssimo! Que surjam novos pastores dignos desse nome, que não se curvem ao desejo de um diploma, mas que se curvem ao “Ide” de Cristo, batizando em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, sem medo de se dedicarem a uma consagração verdadeira e que mantenham sempre acesas as três ferramentas principais de todo servo que se pretende pastor de ovelhas: a fé, a esperança e o amor (I. Cor. 13:13).

SL (Recife, 23 de janeiro de 2016).

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4 comentários:

Aparecida Costa Lima disse...

Realmente é isso que muitos crentes precisam ouvir. Estou cansada de pregações mecânicas, sem unção. Excelente artigo.

Josemberg Leal disse...

Alguns pastores e denominações fazem interpretações bíblicas ao seu bel prazer, tudo pra justificar seus meios assombrosos e questionáveis relativo a fé e comportamento das pessoas. Um "pastor' essa semana mandou matar e participou do crime pessoalmente de uma família aqui no Brasil, por recusar que os fiéis inconformados com sua "teologia" deixassem sua igreja. É o fim do mundo Lopes.

Dê Fraga disse...

Estudar teologia é importante sim, mas não é essencial. Aprender com a Bíblia é importante, estudar teologia, Agora estudar uma pancada de sistemas de interpretação da divindade inventadas pelo homem, NÃO.

Dirigidos pelo Espírito Santo, aprendemos de Deus olhando a natureza, observando o relacionamento de pais e filhos, um filme, uma canção e até mesmo ao estudar teologia. Até mesmo a ciência, que fascina e nos leva a ficar admirados com a sabedoria do grande projetista. Ler a bíblia é essencial para se conhecer Jesus Cristo, que é tão simples que pode ser entendido pelos mais humildes, e tão complexo que confunde a mente dos entendidos. Não há teologia que possa alcançar a Deus, Deus não pode ser sistematizado, ele não cabe em nenhum sistema.

Não é através do conhecimento teológico que se chega a Deus. Deus está perto de todo aquele que quiser buscá-lo, e se manifesta como quer, e não depende de nenhum conhecimento teológico para alcançar o homem, pois se assim fosse, os escribas e fariseus teriam reconhecido Jesus.

Mas Jesus admirou a forma como Deus se esconde dos sábios, e se revela aos pequeninos, pois é através de Deus, que se alcança o conhecimento. Jesus não disse que Pedro se tornaria um pescador de homens, mas que Ele o faria pescador de homens, pois Deus é quem dá o seu conhecimento a quem quiser, e se encobre dos olhos dos soberbos e arrogantes, por mais conhecimento que tenham.

Através de Cristo Jesus é que devemos irradiar o conhecimento para todo o resto, ciência, natureza, e até a teologia

Esdras Almeida disse...

Ouço sua cançoes a muitos anos e ao sentir a profundidade de suas composiçoes, me perguntava se era apenas musicas bonitas, ouço sua canção aqui no Rio de Janeiro e percebo que ela todos os dias está entre as 10 mais pedidas na radio que é a mais ouvida, ou seja você pode se considerar um cantor muito famoso, mais que ao contrario de muitos permanece fiel ao chamado de Deus, e ao ler suas cronicas percebo que suas canções sao verdadeiras e que expressam o que realmente sua alma sente, alias muitas pessoas sente o mesmo, eu sinto expressar a Deus o que sinto muitas vezes quando canto suas cançoes. Que Deus te preserve longe deste movimento gospel que muitas vezes atrapalham o crescimento do reino. espero um dia quem sabe poder conversa com você e contar as experiencias vividas atraves de suas canções. um forte abraço!!